Legados do Protocolo Leonístico

PDG ANTONIO DOMINGOS ANDRIANI

            Quero deixar consignado, para análise e considerações dos estimados Companheiros Leão, Companheiras Leão e Domadoras, dois aspectos que considero verdadeiros legados do protocolo leonístico.

            REPETIR E NÃO REPETIR, EIS A QUESTÃO. Tornou-se protocolar, no final de cada assembleia leonística, o dirigente da solenidade solicitar que algum Companheiro Leão ou Companheira Leão faça a leitura da “Oração pelo Brasil” ou da “Oração Final”. Ambas têm texto altamente significativo e exalta os ideais do nosso serviço desinteressado. Existe, porém, um fato que vem deslustrando o protocolo leonístico. A “Oração pelo Brasil” deve ser repetida pelos presentes. A “Oração Final” não deve ser repetida pelos presentes. Dessa forma, quando alguém for convidado para proferir a “Oração pelo Brasil”, deve se dirigir aos presentes e dizer: “por favor, repitam comigo”, e ler a mensagem pausadamente para que todos possam acompanhar seus enunciados. Infelizmente ainda existem muitos membros da nossa família leonística (inclusive altos dirigentes) que, ao ler a “Oração Final”, ainda pedem que os presentes repitam seus enunciados. Vamos corrigir enquanto é tempo!

            NINGUÉM NA FRENTE DA BANDEIRA DO BRASIL. Hoje em dia, nos eventos leonísticos distritais, talvez por motivos logísticos, quase já não há mais a solenidade de hasteamento das bandeiras. O que se tem feito, atualmente, é a realização da solenidade de homenagens às bandeiras no próprio recinto das plenárias. O suporte com as bandeiras é colocado em posição estratégica e os dirigentes leonisticos se postam à frente dos diversos pavilhões. Durante a solenidade, e normalmente após a execução do Hino Nacional, alguém é destacado para fazer a saudação ao Pavilhão Nacional. É nesse momento que ocorre uma aberração ao protocolo leonístico. Enquanto a saudação é feita, os dirigentes leonisticos continuam postados à frente das bandeiras, ocultando-as quase que por completo. Quando é feita a saudação à Bandeira do Brasil, ninguém pode ficar colocado à sua frente. Ela deve ficar livre e solta para que possa ser saudada condignamente. Nesse caso, e antecipadamente, o condutor da solenidade deve informar aos dirigentes que participam do ato para que, antes de ser iniciada a saudação à Bandeira do Brasil, eles se desloquem do lugar em que estão e se coloquem ao lado do suporte onde estão as bandeiras, deixando principalmente a do Brasil completamente visível para todos os presentes. Vamos corrigir enquanto é tempo!

            É o meu ponto de vista.

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