Companheirismo

PDG ANTONIO DOMINGOS ANDRIANI

            Ser companheiro não é somente ser mais um associado do movimento leonístico; não é apenas participar das reuniões do seu Clube e cumprimentar amigavelmente os que ali estão presentes, mal ouvindo o que está se discutindo na plenária, pois a conversas paralelas podem lhe parecer mais interessantes; não é apenas frequentar as assembleias festivas, geralmente realizadas em hotéis ou clubes sociais de primeira linha, que faz questão de indicar quando se discute o assunto, e mesmo assim ter oportunidade de reclamar do cardápio, do atendimento e das instalações.

            Da mesma forma, ser companheiro não é, eventualmente, comparecer aos eventos leonísticos e ficar no vestíbulo dos auditórios ou nos bares da vizinhança, conversando e bebericando, após um abraço apertado naqueles a quem encontra em ocasiões semelhantes, pois, para alguns, esta é uma das oportunidades de reviver tantas coisas que o tempo e a distância até já tinham jogado no esquecimento, e de colocar em dia alguma “fofoca” que ouviu “à boca pequena”.

            Ser companheiro é muito mais do que isso!

            É o sentimento da verdadeira fraternidade que deve passar a constituir o dia-a-dia de quem se integra ao movimento leonístico. E essa fraternidade não se restringe aos momentos em que os Companheiros, Companheiras e Domadoras se encontram nas reuniões do Clube, ou nos eventos, ou quando viajam juntos para algum conclave. Lógico e evidente que nessas ocasiões também se pratica o companheirismo.

            O companheirismo a que nos referimos é mais aquela irmanação que faz com que cada um passe a conviver os bons e os maus momentos que atingem os associados do leonismo; é participar das alegrias, vitórias e desafios, e também das tristezas, revezes e desapontamentos.

            O companheirismo que o movimento leonístico propugna é a solidariedade, é a lealdade, é a imorredoura comunhão – a comum-unidade, onde se perpetua uma interligação entre cada um e os demais, seus familiares e seus amigos.

            Que coisa maravilhosa é o companheirismo que não estabelece distinções, seja de categorias profissionais, ou na hierarquia leonística, quando deixa de existir o senhor, o doutor, o excelentíssimo, todos sendo apenas e unicamente Companheiros.

            Companheirismo é também sinceridade. A sinceridade é uma das grandes qualidades do ser humano. E, se para as pessoas comuns assim o é, mais ainda é essencial a qualquer Leão. Ser sincero, ser leal nas palavras, nos atos e até nos pensamentos. Saber elogiar, quando o elogio for merecido, e saber divergir, criticar construtivamente, quando conscientemente se faz necessário.

            Ser Companheiro é ser aquele irmão escolhido, sem vínculo sanguíneo, com uma relação afetiva que, pela aproximação, às vezes, até maior do que os legítimos irmãos, proporcionam uma verdadeira integração familiar.

            Nesse companheirismo a que nos referimos temos como fundamental a participação da Domadora e da Companheira Leão.   A mulher, pela feminilidade, tem mais presente o sentimento de espiritualidade, de sensibilidade maior às coisas menos materiais.

            Os programas de companheirismo que o Clube passe a promover certamente atingirão efeitos bem mais surpreendentes quando co-orientados pelas mulheres. As atividades terão um suporte carinhoso, que somente elas são capazes de oferecer, principalmente quando em residências de Companheiros e Companheiras.

            O toque feminino a qualquer evento social lhe dá um maior realce, conduz a peculiaridades, ora na ornamentação, na seleção musical, na confecção dos convites, na animação, em suma, de tudo o que deixará uma marca de bom gosto e de refinamento, mesmo nas coisas mais simples.

            Uma realidade que deve ser observada: evidente que, nos casos de congraçamento nas residências de Companheiros, os gastos ocorridos devem ser fraternalmente partilhados entre todos os participantes. Muitas vezes o casal anfitrião deseja arcar com o ônus financeiro da festividade, o que deve ser indispensavelmente evitado; basta aos recepcionistas o ônus da organização. Isso é fundamental ao companheirismo, dentro do espírito de irmanação e igualdade.

            Vamos praticar o companheirismo?

Comentários  

0 #2 Adelson 15-04-2018 19:04
Parabéns pelo brilhante apoio que vc nos da quando lemos suas magníficas instruções leonisticas.
Leio todas.
Abraços
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0 #1 Vanderson 15-04-2018 00:39
Parabéns, caro amigo PDG Andriani!
Abraços do casal CL Vanderson e CaL Poliana!
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